A gente continua assim, então. Vivendo por viver.
Esperando do céu, desmascarando faces, idealizando diálogos, inventando memórias. Essa hipocrisia não te enoja? Cai na real, filhote da modernidade! Bom era o tempo onde as conversas só existiam olho a olho, onde amar independia de rosto, e as precoupações eram aliviadas com um cafuné de mãe. Dá vontade de fugir, não é? Às vezes.
Porque mesmo que já esteja ultrapassado, largado, esquecido, você não quer se desligar. A gente continua assim, então.
Engolindo a seco, o que não sai do coração.

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